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O Jeans Tudo nasceu como uma série de programas veiculados no intervalo da novela das 8hs da Rede Globo, voltado para a divulgação dos processos de fabricação do jeans. Do sucesso alcançado ao final do programa, surgiu o site Jeans Tudo, com informações de moda e processos de confecção para estudantes e profissionais de moda.

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19
Fevereiro
2009
Está lançado o Dragão Fashion Brasil 2009!!
Economia & Negócios


Foi lançado ontem, com um coquetel no Sesc Senac Iracema, a edição de 10 anos do Dragão Fashion Brasil. O evento para convidados e imprensa contou com a presença da jornalista e âncora do GNT Fashion, Lillian Pacce, que falou da importância de eventos de moda como o Dragão para a economia do setor.

O Dragão Fashion Brasil 2009 será de 05 a 09 de abril no Centro de Convenções e a Santana Textiles estará presente comemorando os 10 anos de sucesso e crescimento do evento!

Larissa Feitosa

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5
Dezembro
2008
Crise mundial e seus agregados.
Economia & Negócios


Gente! O efeito dominó EUA já afeta flagships, grandes, pequenas empresas, até o coitado cidadão que paga taxes todo ano. E já no mundo luxury high class, a imprensa não deveria esperar para ver a grife masculina de Valentino durante a semana de moda em janeiro, nem em Paris ou Milão.

A luxuosa marca Romana, não vai apresentar sua coleção masculina nessa season e em nenhuma cidade; optando somente para consultas comerciais, disse um porta-voz de Valentino ao site  WWD.com

A divulgação segue a decisão de Marni de abandonar a passarela, aumentando o espectro de maior abertura no calendário de moda masculina e com o desgaste que acontece no mundo, a necessidade agora é apertar o cinto acompanhando a pressão que existe com o aperto financial da crise econômica.

Embora Valentino tenha se recusado a dar qualquer declaração, é claro que a company (e mais da metade do mundo.) está enfrentando pressão financeira. Financial pressures.

E falando em financial pressures. As hipóteses são ambíguas acerca do impacto da crise econômica sobre a fatores diretos como a nossa segurança pública em todo o mundo. Sim segurança pública e o clássico “problema do crime”. A verdadeira premissa de que uma súbita escassez de “ativos financeiros”, papel moeda (inclusive!), bem como bens materiais em circulação, pudesse diminuir a oferta de “alvos vantajosos”. E quem ganha todo o dinheiro nessa brincadeira toda, são os agentes e/ou alvos da criminalidade de massa, ou seja:  indução à compra de armas de fogo para a proteção dos próprios cidadãos. O comércio de arma de fogo nos EUA cresce exorbitantemente e a conta bancária deles também, já que uma vez que o porte legal de arma é considerado mais acessível. Lembro inclusive que na Flórida foi aprovada  junto com o governador de lá no qual é family de Bush, uma lei uns 2 anos atrás sobre a permissão de atirar em qualquer pessoa se você se sentir ameaçado em qualquer circunstância. Família de ouro hein!

Resumindo nessa história toda, é que o mundo daqui uns meses vai virar um verdadeiro caos, e ainda teremos que nos preocupar com criminosos autênticos e os de “colarinho branco”.  Quem tinha um conceito de riqueza pode começar a os reavaliar.

Texto baseado na tese de Ten Douglas Freire, Doutor pela “The George Washington University” dos EUA, é um dos precursores, no Brasil, dos especialistas em “justiça criminal”, profissionais que em outros países já tratam de segurança pública, de maneira específica, ainda que com uma abordagem multidisciplinar e multiinstitucional calcada na prática.

Thabata Cavalcante
Núcleo Marketing de moda


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8
Agosto
2008
Olimpíada: cinco anéis, cinco perguntas
Economia & Negócios


Em alguns minutos começará mais uma edição dos Jogos Olímpicos. Enquanto isso, o site Meio & Mensagem, publica em sua coluna “Marketing & Negócios” uma matéria que vale a pena ser confira. Veja abaixo… e reflita!

O modelo econômico que tem sustentado os Jogos Olímpicos desde Los Angeles, em 1984, está ameaçado 

Se você assiste CNN, provavelmente deve estar achando que as questões mais importantes que estão sendo discutidas sobre os Jogos de Pequim neste momento em que fazemos a contagem regressiva para a cerimônia de abertura seja o que fazer com a qualidade do ar, os potenciais protestos e a censura da internet.

Tudo isso é importante, claro. Mas se olhamos com cuidado perceberemos que há outras questões que são mais relevantes para as companhias que investem dezenas de milhões para sustentar os Jogos.

1) O patrocínio olímpico - com seus valores altíssimos e condições restritivas e o crescente número de novos patrocinadores e ‘parceiros’ competindo por atenção - oferece o retorno do investimento para o negócios? Por exemplo, quatro dos 12 patrocinadores olímpicos, incluindo Lenovo e Kodak, não voltarão aos Jogos após a edição de 2008, de acordo com o BusinessWeek.

2) O Comitê Olímpico Internacional é capaz de lidar com a ameaça da internet e da tecnologia digital, em prol das emissoras que transmitem, e pagam, o evento? O ex-vice-presidente do Comitê Dick Pound tem suas dúvidas e diz que a internet é a segunda ameaça mais severa para as Olimpíadas, depois do doping.

3) Se os Jogos por si só estão se tornando difíceis de serem vendidos para os patrocinadores, será que as experiências deste ano mostram que a passagem da tocha olímpica já era?

4) Os fatos políticos que acompanham os Jogos representam uma marca negativa na credibilidade da competição do COI, que está ameaçando o futuro do movimento? A segurança redobrada não tem tirado a diversão dos Jogos?

5) Assumindo que o marketing viral é algo ruim, o COI está fazendo tudo para que Pequim o evite. Será que o órgão está lutando numa batalha perdida?

Em resumo, as questões não são apenas sobre Pequim e sim sobre as Olimpíadas como um todo. O modelo econômico que sustentou os jogos desde a edição de 1984 em Los Angeles - adotado após a crise financeira dos jogos de Montreal em 1976 - está sob ameaça e o COI está pouco preocupado.

Fonte: Site Meio&Mensagem

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7
Agosto
2008
Atenção Fãs da Levi`s 501…
Economia & Negócios


A tradicional Levi’s com sede em São Francisco (EUA) remodela seu jeans 501 e lança campanha na mídia global com o tema “Viva Desbotado” (Live Unbottoned). Segundo a Levi Strauss, o tecido para a confecção desta nova 501, foi idealizado para modelar o corpo de seu usuário. Em 2007 suas vendas chegaram a US$ 4,4 bilhões, bem distante do registrado em 1996 quando atingiu US$ 7,1 bilhões.

Fonte: IEMI - Instituto de Estudos e Marketing Industrial.

Manoel Valdeci (Val Neto)
Marketing de Relacionamento

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8
Julho
2008
Santana Textiles fecha contrato para produção unidade fabril nos Estados Unidos
Economia & Negócios


     O empreendedor cearence Raimundo Delfino Filho, presidente da Santana Textiles, trilha caminhos para a abertura de uma fábrica no Texas, em Edinburg.
     Segundo o contrato assinado dia 02.07.2008 com o governador do Texas, Rick Perry, a fábrica produzirá 7,5 milhões de metros de índigo por ano. A inalguração foi anunciada para janeiro de 2010 com um investimento total de US$ 80 milhões. O terreno da fábrica foi doação do governo texano. A sede norte-americana Santana Textiles irá gerar 800 empregos diretos.

Este é mais um passo para que a Santana textiles alcance seu propósito maior, ser a maior e mais moderna fábrica de tecido índigo do mundo.

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2
Julho
2008
6ª Semana Senac de Patchwork
Economia & Negócios, Tendências



Para conhecer todas as oficinas acesse o hotsite:
http://www1.sp.senac.br/hotsites/fau/patchwork/2008/index.cfm

Manoel Valdeci (Val Neto)
Marketing de Relacionamento

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19
Junho
2008
Yves Saint Laurent…
Economia & Negócios


O que dizer mais? Que depoimento de pessoa famosa usar para conceituar o criador? Até o silêncio do arqui-rival, Karl Lagerfeld, é eloqüente… Fazer o que? Mesmo com a sensação de que (parece) tudo já foi dito não tem como não parar para pensar no homem, na carreira, na contribuição e, num momento mais reflexivo, na admiração.

Para angariar o titulo de “gênio da moda” é fundamental ser moderno e ele foi moderno como poucos. Entendeu que a dinâmica da sociedade se movimenta em torno da comunicação e dos valores disseminados por ela mediante os símbolos construídos e compartilhados. Sabemos que o indivíduo ao manifestar-se no ato de consumo, imita, representa e cria mecanismos simbólicos para instaurar a comunicação, abrindo assim, o diálogo com o mundo. Desempenha o papel de ator, de observador e observado, estabelecendo relação com o meio em que vive atuando no tempo e espaço. A imagem, como uma cena silenciosa ou como textos aparentemente sem vida, mas intensos, embora apresentados como composições fisicamente estáticas, são capazes de contar, comunicar, transmitir uma idéia, um sentimento, utilizando essencialmente elementos visuais entrelaçados e estruturados, que necessariamente afetam quem observa.

Ao nos fornecer o texto visual de suas criações YSL foi o responsável por uma revolução na atitude feminina, nos fornecendo uma nova forma de ser sensual ao construir símbolos que traduzem a complexidade da mulher.

Este homem nos deu o vestido trapézio e nos libertou da cintura vespa, tamanho era o seu compromisso em usar a moda como forma de revolução. Ele se pôs a serviço do ser feminino e nos possibilitou um novo estilo de vida. Conhecemos a liberdade. Seriamos barradas em hotéis e restaurantes pelo atrevimento de usarmos os trajes masculinos se não fosse por YSL. Associação perfeita entre poder e elegância é possível de ser obtida hoje usando roupas inspiradas em suas modelagens inovadoras. Calças com conforto e sofisticação passam a fazer parte do mundo possível das mulheres de todo o mundo. Le smoking… Funcionalidade e glamour. Mulheres trabalhadoras do mundo: Uni-vos em gratidão.

Se YSL tinha algum arrependimento? “Lamento não ter inventado o jeans”

Ana Paula de Miranda
Consultora - Modus MKT & Semiótica

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19
Junho
2008
Queremos etiquetar tudo em Mandarim?
Economia & Negócios


É senhoras e senhores fashionistas, a importação da China já vem gerando grandes estragos com o resultado da balança comercial da cadeia textil e vestuário de 2007.

Impulsionados pelo sonho de preços baixos, muitos acreditam que vale a pena importar produtos chineses. Pensando de maneira apressada, realmente não há melhor alternativa, já que nós, pobres mortais brasileiros estamos submetidos à impostos altíssimos, tributos elevados e encargos pesados. O trabalhador assalariado, pobrezinho, ganha pouco, e o empresário, bom pagador de impostos, não poderá pagar melhor salário ao seu empregado. Com toda essa dificuldade, e com o “precinho” que os chineses nos oferecem fica quase impossível competir!

Mas será que pensar neste lucro imediato está certo? Não, não está, precisamos tirar de nosso povo essa miopia, e aprender a lutar por nosso país. Ajudá-los a enxergar que o que estamos fazendo na realidade é afundando o país, pois consumindo produtos chineses estamos ajudando a desempregar milhares de trabalhadores do setor textil.

Onde toda essa gente vai tirar dinheiro pra comprar produtos vindos lá de fora? Se não houver emprego, não haverá renda. Portanto caros colegas, temos que produzir aqui, e aí sim, comercializar!

Sarah Oliveira
Coordenadora de Marketing de Moda

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